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terça-feira, 28 de abril de 2015

TRANSFORMAM O PAÍS NUM PUTEIRO, POIS ASSIM SE GANHA MAIS DINHEIRO!

Por: Alfredo Loureiro.

O grande Cazuza, já afirmava isto há umas duas décadas passadas. 
E o que mudou? Praticamente nada, continuamos com os mesmos problemas, e a política se deteriorando, numa velocidade difícil de acompanhar. 
Crápulas de todos os matizes estão espalhados pelas dezenas de partidos existentes, que estão interessados tão somente no fundo partidários bancado por nós os palhaços deste grande circo em que transformaram o Brasil. 
Tenho lido de tudo que posso sobre política, e assistido as TVs Câmara e Senado, e posso lhes garantir que é muito do mesmo, os parlamentares falam sempre as mesmas coisas, blogs e jornalistas têm muita dificuldade de sair dos lugares comuns. 
Tenho a certeza que estando de que lado estiver não há a menor intenção de se aprofundar os problemas, e nunca encontrar soluções. Porque Lula e FHC não são trazidos ao palco das CPIs, afinal teriam muito a aportar ao país e a comissão, e o Marco Valério continua mudo, o Vaccari é inocente, dois crápulas comandam o legislativo Renan e Cunha, o Senado e a Câmara são os piores em décadas, o cofre e a chave do mesmo são entregues a um neoliberal, que nada tem a ver com o PT, e de quebra a política é colocada nas garras do Temer, que só pensa em ser presidente. 
Romário é eleito por seus pares presidente da comissão de educação, cultura e esportes do senado, Lula continua presidindo o Brasil em off. 
E o que faz Dilma? Neste momento só pode ser a comandante dos desmandos, responsável pelas distribuições das fichas. E finalizando, como poderemos resolver esta situação caótica no voto?
Quanto tempo levará para se re-construir este país? 
Realmente, não sei a resposta.


Alfredo Loureiro.



Sobre o autor: Alfredo Loureiro é Engenheiro Químico com experiência Internacional.
Durante anos viveu na Europa e atualmente está no Brasil, País que se orgulha e quer ver se tornar uma potência Econômica e Social. 

domingo, 26 de abril de 2015

A atual situação econômica do Brasil e suas perspectivas

A atual situação econômica do Brasil e as alternativas para a retomada do crescimento.

atual situação econômica do Brasil vem causando muita preocupação à toda parcela da população que depende do seu próprio trabalho para garantir seu sustento.
Sejam empregados ou empresários, estão todos preocupados com os rumos que nossa economiavem tomando nos últimos tempos.
Essa preocupação com a atual situação econômica do Brasil vem fazendo com que empresários adiem investimentos e novos empreendedores aguardem momentos menos incertos para iniciar seus projetos.
Como em todo momento de incerteza, uma certa dose de pânico se confunde com a frieza dos números e por isso é importante termos uma visão real do que está acontecendo.

O que é fato e o que é pânico

A atual situação econômica do Brasil e suas perspectivas
A atual situação econômica do Brasil e suas perspectivas
Os números não deixam dúvidas sobre a gravidade da situação econômica brasileira, muito embora o governo tente mascarar a crise com interpretações convenientes e a negação dos dados captados pelas diversas consultorias econômicas, instituições de classe e até mesmo das próprias agências e órgãos governamentais.
A atual situação econômica do Brasil é tecnicamente de estagnação. A crise econômica de 2015não é mais apenas uma hipótese e consta como fato em toda pauta de reunião de empresários do país e também fora dele. Acreditar em mais uma história sobre “marolas” é negar a realidade econômica do país e abrir a porta para o fracasso.
É claro que, como em toda situação de incerteza, principalmente em ano eleitoral, uma certa dose de pânico acaba se instalando. Esse também não é o caminho para a solução do problema, pois em momentos de histeria, decisões precipitadas podem também acabar destruindo o seu negócio.

A origem do problema

Os motivos que levaram a atual situação econômica do Brasil são muitos, mas alguns deles merecem um destaque especial. O primeiro deles é a total falta de investimentos em infraestrutura, que tem levado o país a perder competitividade tanto no ambiente interno quanto externo. A explicação para esse caos está na questão estratégica.
O segundo grande motivo de termos chegado no ponto em que chegamos foi a total falta de planejamento estratégico de longo prazo para nossa economia. O governo vem trabalhando com uma estratégia de reação aos fatos, uma verdadeira operação tapa buraco, onde medidas emergenciais são adotadas para tratarem problemas que seria facilmente resolvidos se houvesse um planejamento macro.

Uma mistura que não costuma dar certo

O terceiro e talvez mais grave problema é a submissão da política econômica à política partidária. Isso tem levado a uma desestruturação da máquina pública que vem prejudicando todos os setores da sociedade, como a educação, saúde pública, segurança e obviamente a economia.
O quarto motivo é a falta de credibilidade. Com escândalos se acumulando e a impunidade gracejando, mesmo que estivesse bem intencionado o governo não teria credibilidade suficiente para contar com apoio dos diversos setores da economia nacional. Este é o problema que nos deixa temerosos em relação ao futuro.
Sem medidas duras e coordenadas, a situação econômica do Brasil tende a se agravar, e em meio a um quadro recessivo de maiores proporções, corremos inclusive o risco do país ser seduzido pela heterodoxia econômica bolivariana adotada por nossos hermanos venezuelanos e argentinos com consequência trágicas.

Alternativas para a retomada do crescimento

Que a economia brasileira vai mal, todo mundo sabe, mas a pergunta é: De que forma podemos nos preparar para enfrentar e vencer o desafio de levar o país de volta aos rumos do crescimento? No que diz respeito ao empreendedorismo nacional, como se preparar para a crise de 2015 e estar pronto para uma eventual retomada do crescimento.
Uma retomada da economia brasileira dependerá exclusivamente do Governo, pois segundo todas as análises, foi ele quem não fez seu papel em termos de fomento do desenvolvimento do país.Em resumo, não fez nem o seu dever diário e muito menos o dever de casa.
Enquanto a agricultura, indústria e serviço davam seu sangue para atingir patamares de produtividade e competitividade, o Governo falhava no planejamento estratégico, infraestrutura e política fiscal.
O ajuste fiscal é inevitável para provocarmos uma reversão da atual situação econômica do Brasil, pois o uso de artifícios cínicos como a chamada contabilidade criativa das contas públicas não dará condições para que o país volte a crescer, só jogará mais para frente uma crise maior.
A atual situação econômica do Brasil pode ser revertida, mas se depender apenas dos empreendedores, sem a colaboração do governo, fica impossível.
Créditos/Fonte: Empreendedores Web - Ideias de negócios e empreendedorismo

sexta-feira, 24 de abril de 2015

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Crise econômica de 2015


A crise econômica de 2015 é inevitável e deve acertar em cheio a economia brasileira
A crise econômica de 2015 é inevitável e deve acertar em cheio a economia brasileira
Atualmente falamos na crise econômica de 2015, não como uma possibilidade, mas sim como um fato consumado dependendo apenas de data exata para acontecer.
Não se trata mais de indagar se a crise econômica irá acontecer ou não em 2015, pois essa questão já foi esclarecida, trata-se agora de saber quando ela terá início e qual será a sua dimensão.
A questão agora é saber qual será o tamanho da crise econômica de 2015 e de que forma ela irá impactar os diversos setores da economia e também as finanças das pessoas.

Os motivos para a crise econômica de 2015

Tirando o governo atual, qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento de economia e finanças, vê tranquilamente os sinais da crise por todos os lados. Não precisa nem ler revistas e relatórios de consultorias especializadas, basta fazer suas compras mensais em qualquer supermercado, concorda?
O artigo O Fim do Brasil, publicado pela consultoria Empiricus, provocou um grande alvoroço no mercado, mas na verdade ele simplesmente listou as análises e conclusões que já vinham sendo comentadas em diversos ambientes empresariais.

A volta da inflação será a marca da crise de 2015

Um dos principais impactos da crise econômica de 2015 sobre a vida das pessoas e negócios das empresas será a retomada da inflação em um ritmo acelerado, principalmente no primeiro semestre. A inflação já está ai há muito tempo e vem sendo tratada com leniência e maquiada através de artifícios contábeis que não se sustentarão por muito tempo.
Após as eleições, independentemente de quem venha a ganhar, preços básicos da economia, como luz e combustíveis precisarão sofrer um reajuste monstruoso para compensar os reajustes que não foram dados para conter de forma artificial os índices inflacionários atuais. É o “tarifaço” que vem sendo comentado por candidatos e dado como certo por analista econômicos.
O resultado disso será um gigantesco salto na inflação com todas as consequências nefastas que isso pode trazer, como perda real do poder aquisitivo dos salários e sérios problemas para a cadeia produtiva nacional. A atual situação econômica do Brasil dá nítidos sinais de que este é o cenário mais provável para 2015.

Disparada do dólar como consequência

A política cambial praticada pelo governo nos últimos tempos tem mantido o dólar em um nível artificial através da injeção diária de volumes gigantescos de recursos que compõem nossas reservas internacionais e manobras contábeis nas contas públicas, cinicamente chamadas de“contabilidade criativa”.
O resultado é um dólar barato que incentiva a importação, destruindo a indústria nacional, e prejudica as exportações contribuindo ainda mais para a estagnação da nossa economia. O resultado dessa combinação nefasta é um gigantesco rombo na balança comercial que precisará ser corrigido rapidamente.
crise econômica de 2015 provocará inevitavelmente um forte ajuste na cotação do Dólar e outras moedas fortes como o Euro, queira o futuro governo ou não. No caso da inteligência prevalecer, esse reajuste se dará de forma oficial. A continuar a política de se tapar o sol com a peneira, que temos visto nos últimos anos, o reajuste se dará através do câmbio negro.

Restrição de crédito

As empresas sofrerão bastante com os efeitos da crise econômica de 2015, principalmente aquelas que dependem de crédito abundante para manutenção dos seus negócios. Por uma questão de coerência econômica, diretriz que rege as decisões do mercado financeiro, ao contrário do que acontece na equipe econômica atual, os bancos deverão reduzir suas linhas de crédito, tanto a pessoas físicas quanto jurídicas.
Com a instabilidade na economia, o risco de inadimplência cresce e isso faz com que imediatamente os bancos aumentem a rigidez das suas condições para concessão de crédito. O resultado será um cenário muito mais difícil para se obter financiamento nas instituições privadas.
Como os bancos públicos estarão na mesma situação, e até mesmo, por imposições regulatórias, também não terão como evitar a redução de crédito, fazendo assim com que a obtenção de empréstimos se transforme em um desafio a mais para as empresas neste momento de crise.

Como o empreendedor deve se preparar

Para os empreendedores, a melhor recomendação é que se preparem para tempos difíceis. Não estou falando de desespero e desânimo, pois ao contrário do que muita gente imagina, momentos de crise podem ser épocas de grandes oportunidades de negócios. O Barão de Rothschild dizia que o melhor momento para ganhar dinheiro é quando o sangue corre nas ruas.
Talvez seja o momento de retardar alguns investimentos, adiar decisões estratégicas que envolvam expansão de negócios onerosas e esperar para que se tenha uma visão melhor do que está para vir por ai. É certo que o Brasil não vai parar, mas certamente observaremos uma redução do nível de atividade econômica maior ainda do que a que já estamos sentindo nos últimos meses.
Como vimos, não há como evitar a crise econômica de 2015, mas prudência e “muita calma nessa hora” certamente irão ajudar você a sair vivo de toda essa turbulência que parece vir por ai.
Fonte: Empreendedores Web - Ideias de negócios e empreendedorismo

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Coldplay - Paradise (Peponi) African Style (ft. guest artist, Alex Boye)...

U2 - Sweetest Thing

Pânico nas hostes

Pânico nas hostes

Por: Luciano Pires*

Numa semana que começa com centenas de milhares de brasileiros nas ruas em manifestações contra as lambanças que assolam o país, é preso João Vaccari Neto, tesoureiro do PT, o Tribunal de Contas da União considera que existe crime nas manobras fiscais do governo e os partidos da oposição (Democratas, PPS, PSDB e PSB) conseguem reunir 199 assinaturas para a instalação de uma CPI para investigar o BNDES.
E ainda é quinta-feira…
Os milhares nas ruas demonstram que a insatisfação popular continua, que os diversos grupos estão se organizando e gerando ações efetivas, como a carta apresentada pela Aliança dos Movimentos de Rua no Congresso.
Vaccari na cadeia é uma bomba para o PT que, além de já ter visto a maioria do alto escalão atrás das grades, tem mais uns na mira da PF.
A decisão do TCU abre um flanco importante para os que entendem que há condições de propor o impeachment de Dilma Rousseff. É a primeira argumentação sólida que, se comprovada, coloca a presidente para valer na berlinda.
O BNDES tem uma carteira de 400 bilhões de reais, que ajudou a financiar muitas das empresas investigadas pela operação Lava Jato, além de proporcionar estranhíssimos empréstimos secretos para países amigos na América do Sul e África. A CPI pretende investigar esses empréstimos e financiamentos. Será a segunda CPI em funcionamento para investigar desvios do governo petista.
Pânico nas hostes.
Na semana passada um cidadão entrou com denúncia de crime de responsabilidade contra o ministro Dias Toffoli. A denúncia não foi aceita pela mesa do Senado, sendo arquivada por Renan Calheiros. Agora o cidadão em questão, Matheus Faria, vai ao STF. Depois à Corte Interamericana. Em seguida à Corte Internacional de Justiça em Haia. E prepara outro pedido de impeachment, desta vez contra Luiz Inácio Adams, advogado geral da União. E na esteira dele, outros entrarão com outras ações.
Naquela rua a mulher bate panela na varanda gourmet. O motorista de táxi em Recife está revoltado. As páginas do Facebook estão pegando fogo. Mais jornalistas mostram-se indignados. O povo reage mal nas ruas quando bandeiras vermelhas se erguem. As pesquisas de satisfação com o governo despencam.
Pânico nas hostes.
Aí surgem os de sempre com o “não vai dar em nada”, ” tá tudo combinado”, “são coxinhas da elite branca”, blablabla, mimimi…
O negócio é o seguinte: por menos que dê em alguma coisa, essa sequência de iniciativas está tirando a paz dos que tranquilamente pintavam e bordavam com a coisa pública. Está tirando o foco dos que estavam confortavelmente aboletados no poder, está drenando suas forças, abrindo frentes de combate, derrubando argumentos, explicitando mentiras, educando as pessoas e, principalmente, motivando para que mais gente, inclusive políticos, se engaje na luta pela moralidade.
E os de sempre que continuam com a chorumela do “vai dar em nada” não perceberam que acabou a indiferença.
Acabou a indiferença.
O Brasil está mudando.

*Luciano Pireso autor: Escritor, palestrante, podcaster. Um personal trainer de Fitness Intelectual.
http://www.portalcafebrasil.com.br/