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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Feliz Aniversário Cataguases!



4 comentários:

Carlos Magno "Maguinho" disse...

Parabéns a Nossa Cataguases e a todos nossos amigos Cataguasenses.

Carlos Ferreira disse...

Federal investiga policiais civis
Também estão sob suspeita empresários e um secretário de Cataguases, cidade onde, além de JF, aconteceu a maior parte da ação contra corrupção, extorsão, furto e desmanche de veículo
A Polícia Federal deflagrou ontem uma megaoperação em Juiz de Fora e Cataguases para apurar crime de corrupção envolvendo policiais civis, empresários e até um secretário municipal de Cataguases. Há suspeita de que eles estariam envolvidos em furto e desmanche de veículos, extorsão, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. A operação, batizada de Painel, envolveu cerca de cem agentes federais destacados para o cumprimento de 20 mandados de busca e apreensão e condução coercitiva expedidos pelo juiz da Vara Criminal e de Execuções Penais de Cataguases, João Paulo Júnior. Foram conduzidos para a sede da Polícia Federal em Juiz de Fora cinco policiais civis, uma advogada e o secretário, além de supostas vítimas do esquema. Em Juiz de Fora, o alvo foi um investigador da Polícia Civil e outro suspeito de envolvimento nos possíveis golpes. Todos foram ouvidos e liberados. Os agentes federais teriam apreendido farta documentação, computadores e mais de R$ 40 mil em dinheiro, metade encontrada dentro da roupa de um delegado da Polícia Civil.
A ação, iniciada no final da madrugada, em Cataguases, parou a cidade de cerca de 70 mil habitantes. Por volta das 6h, o presidente da OAB/6ª Subseção, Márcio Facchini Garcia, foi contactado pela Polícia Federal para acompanhar o cumprimento de diligências no escritório de uma advogada da cidade. Ele e o vice-presidente da OAB, Ricardo de Oliveira, assistiram a ação que resultou na apreensão de documentos e na condução da profissional para Juiz de Fora. Para acompanhá-la em seu depoimento, Facchini destacou o advogado Leonardo Moreto. "A OAB vai esperar a conclusão do processo para decidir se haverá alguma sindicância para apurar a conduta da profissional. A princípio, não há nada que a desabone", afirmou Facchini.
Apesar de divulgar nota oficial à imprensa, o chefe da Delegacia de Polícia Federal em Juiz de Fora, Cláudio Dornelas, preferiu não dar detalhes sobre o caso, segundo ele, para não prejudicar o andamento das investigações. Adiantou, porém, que a apuração dos supostos crimes praticados por servidores públicos e particulares vem sendo realizada há vários meses. A ação de ontem deu mais um passo no sentido de reunir provas e informações. A operação contou com a parceria do Ministério Público Estadual e da Corregedoria da Polícia Civil de Minas Gerais. O subcorregedor Alexandre Campbell veio de Belo Horizonte para acompanhar os depoimentos e disse que só irá se pronunciar após a conclusão das investigações.
Ontem, no final da tarde, houve uma reunião para avaliar o sucesso da operação e discutir o andamento do caso.
Fonte: www.carlosferreirajf.blogspot.com

PATACHOCA disse...

A Advogada que esta nisto é a Dra. Ivonete. ESTA É A OPERAÇÃO TATU. O Eduardo Lopes de Oliveira (Tatu) fez varias denuncias de corrupção da policia e bicheiros de Cataguases. A Federal havia informado que ate o meu telefone do Jornal iria ser grampeado. O Tatu fez denuncias aqui na promotoria, na federal e na corregedoria. Eu ja havia publicado no Jornal que em Cataguases tem uma mafia fortissima. O Eduardo Tatu desapareceu após a denuncia e tudo indica que a mafia matou o Tatu para livrar de muitas outras denuncias. Existe gravações em CDs que o Eduardo gravou a Ivonete e um advogado de Uba fazendo uma transação de devolução de propina para o Tatu. Na promotoria de Cataguases tem o CD com a voz da Dra. Ivonete e o Tatu deu varias copias na cidade. Talvez agóra descubram quem matou o denunciante Eduardo Loppes de Oliveira. A cidade tem cobrado do Jornal se ja foi descoberto alguma coisa sobre o Tatu. A Esposa dele chegou receber ameaças de orelhões do Rio dizendo que o Eduardo já havia ido para o micro onda e que ela ficasse quieta. Apenas esta investigação contra policia e Ivonete que o Tatu denunciou, ouitras pessoas deve ser outras coisas.

Mais da metade dos municípios de Minas Gerais estão sem poder movimentar recursos federais porque não têm agência bancária federal oficial: Caixa Econômica Federal, Banco do Brasil, Banco da Amazônia ou Banco do Nordeste. Desde 27 de agosto, verbas referentes ao Sistema Único de Saúde (SUS), ao transporte escolar, ao Fundo Nacional de Educação Básica (Fundeb), ao Programa Nacional de Inclusão de Jovens (Projovem), à merenda escolar e ao programa Dinheiro Direto na Escola só podem ser movimentadas em conta específica nessas instituições. Um drama para 487 prefeituras mineiras e outras 2.155 em todo o Brasil, segundo levantamento da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A polêmica foi trazida por um decreto presidencial publicado em julho, que prevê que toda a movimentação financeira dos recursos deve ser feita exclusivamente por meio eletrônico. Fornecedores e prestadores de serviços só poderão receber mediante crédito em conta-corrente em nome deles. Como nem todos são correntistas de banco, especialmente em cidades pequenas, os prefeitos estão impedidos de pagá-los. Nesses casos, era comum o pagamento em dinheiro, por meio de saque na boca do caixa. Mecanismo que também passou a ser restrito pelo decreto, limitado a R$ 8 mil por ano. Emissão de cheque está totalmente vetada. Para piorar a situação, caso o prefeito descumpra a norma, ele pode ser acusado de cometer um ato ilícito. “O objetivo do decreto é salutar, pois evita corrupção e desvio de dinheiro. Mas precisamos olhar a realidade do país. Se o município não tem o banco, o credor que prestou serviço para a prefeitura não poderá receber se não tiver conta em banco”, lamentou o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Para tentar resolver o problema, a direção da CNM encaminhou à presidente Dilma Rousseff (PT) em 26 de julho um ofício em que apresenta as dificuldades para o cumprimento das novas orientações, que deverão ser adotadas pela União, estados e municípios. Ainda não houve qualquer resposta, de acordo com Ziulkoski. A questão será um dos assuntos tratados em manifesto dos prefeitos marcado para o dia 13 em Brasília. disse...

Em Minas, 447 cidades sem bancos perdem verbas federais Prefeituras não cumprem decreto que limita movimentações financeiras às instituições oficiais

Em Itamarati de Minas, na Zona da Mata, parte dos pagamentos será feita on-line, via internet, ou em agência de Cataguases, a 18 quilômetros. O prefeito Herivelto Furtado Zanela (DEM) espera uma resposta à reivindicação de criação de pelo menos um posto bancário na cidade. (Com IS)