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quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Braulio Braz é cidadão honorário de Belo Horizonte


Na noite de segunda-feira, dia 10, o secretário de Estado de Esportes e da Juventude, deputado Braulio Braz, recebeu o título de Cidadão Honorário de Belo Horizonte, na Câmara Municipal. Indicado pelo vereador Alberto Rodrigues, o secretário presenciou o plenário composto por mais de 140 autoridades dos setores público e privado, entre eles, secretários municipais e de estado, deputados estaduais e federais, vereadores, prefeitos, lideranças políticas, amigos e familiares. O título é uma homenagem concedida àqueles que não nasceram em Belo Horizonte, mas que participam do desenvolvimento da cidade, como é o caso do político muriaeense.
Em seu discurso, Braulio Braz destacou que este título de cidadão honorário belorizontino tem um significado muito especial, pois lembra suas raízes, que foram semeadas longe, em Muriaé, mas que encontram fragmentos na capital. Braulio vem de uma família de origem simples, no qual seus pais Lédia e José Braz, através de muito trabalho ao longo da vida, conseguiram construir um conglomerado de empresas denominado Grupo Líder, que está há 54 anos no mercado. O secretário disse, ainda, que há muito tempo já se sente cidadão belorizontino. "O meu compromisso com a sociedade desta cidade, não surgirá a partir de agora. Em 1998, instalamos a nossa primeira empresa na cidade e através das relações comerciais e empregatícias a população belorizontina, com sua imensa generosidade, me acolheu e recebeu de braços abertos. Desde então, conquistei muitas amizades que permanecem até hoje", frisou.
O vereador Alberto Rodrigues, presidente da mesa, destacou a trajetória política e empresarial do exímio secretário. "’A honra não consiste em receber títulos, mas em merecê-los’, já dizia Aristóteles. Comecei pela Grécia antiga, antes mesmo da saudação aos presentes, para evitar que acaso esse discurso venha a se tornar enfadonho, ao menos já terei dito o essencial, nesta memorável noite, na Câmara Municipal de Belo Horizonte, sobre os incontáveis méritos de nosso homenageado. Homenagear é mais que agradecer. É reconhecer a importância de quem caminha ao nosso lado no dia a dia. Hoje, ao enaltecer a pessoa de Braulio Braz por seus atributos empresariais e políticos, não poderia deixar de mencionar aqui, nesta Casa Legislativa que preza pela representatividade popular, a presença deste homem ousado, que venceu os desafios diários, até  conseguir constituir uma só1ida conjunção de empresas no "ranking" empresarial brasileiro; nesse grupo que está  associado a uma história de credibilidade,  com ampla visão de futuro, modernização, comprometimento com os valores  humanos,  éticos  e respeito aos clientes", enfatizou Alberto Rodrigues.
O deputado Dilzon Melo, primeiro secretário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, durante a entrega do título de cidadão honorário, também manifestou sua admiração por Braulio Braz. "Eu dizia no início, Braulio, que quem convive com você na Assembleia, embora tenha feito um grande patrimônio não só de família, não só de amigos, o colocam num status de grande diferencial, mas nós que o conhecemos de perto e temos o prazer de estar convivendo com você, com a humildade que você sempre distribui e o fato de estarmos aqui é que nós viemos fazer jus, aplaudir você por esse título que recebe. Então, a minha fala é também a fala de muitos que gostariam de estar presentes: Parabéns Braulio, por tudo o que você tem feito por Belo Horizonte, parabéns pelo o que você representa para nós na Assembleia Legislativa, parabéns por estar como secretário de Estado nesse governo de Antonio Anastasia, com uma séria responsabilidade de continuar o desenvolvimento da nossa Minas Gerais", disse.
Além do Alberto Rodrigues e Dilzon Melo, durante a solenidade, o presidente da Câmara Municipal de Belo Horizonte, Léo Burguês e o vereador Ronaldo Gontijo subiram na tribuna e falaram sobre a importância da concessão do título a Braulio Braz. Para finalizar, o secretário afirmou: "a democracia só existe quando temos um poder legislativo atuante e forte; ela é uma das formas de governar entre os opostos e as ideias contrárias. E o poder legislativo é quem garante a diversidade de opiniões uma vez que é o representante do povo, elabora normas, fiscaliza o poder executivo, vota em propostas, enfim, trabalha, sobretudo, em prol da comunidade. Por isso, quando agradeço e defendo, aqui hoje, a Câmara de Vereadores estou defendendo a sua, a nossa participação na gestão. A administração pública deve ser tratada por quaisquer dos poderes, com competência e respeito, é por meio dela, que nós, políticos, temos a possibilidade de concretizar sonhos, criar oportunidades e promover o crescimento com muito trabalho e dignidade para todos. Agradeço mais uma vez a concessão pelo honroso título que ora recebo. A partir de hoje, com muito orgulho, sou cidadão belorizontino de coração!"

12 comentários:

Estamos com você Dep.Braulio Braz disse...

O futuro GOVERNADOR de Minas Gerais!!!

Blog do Marcelo Lopes disse...

PP renasce das cinzas em Cataguases
Prestes a morrer por "falência múltipla de órgãos", o Partido Progressista em Cataguases - como uma fênix - renasceu nesta quinta-feira, 6 de outubro. A sigla que foi comandada pelo advogado e ex-vereador Galba Rodrigues Ferraz até adoecer e falecer recentemente, ficou acéfala e seus filiados foram abandonando o barco um a um, sem fazer barulho. Os últimos a deixarem a legenda foi o atual presidente da Câmara Municipal de Cataguases, Vereador Antônio Beleza e o ex-vereador, José Sérgio Baião. O primeiro filiou-se ao recém criado PSD e o segundo assinou ontem, quinta-feira, sua filiação ao PCdoB.
Edson Campos - Presidente
da Comissão Provisória
do Partido Progressista
Era unanimidade na imprensa local o fim do PP em Cataguases por conta da morte de Galba, a fuga de seus principais nomes e, também, devido ao fato de ninguém ter - publicamente - se interessado em assumir a sigla. Mas, como todos sabem, política se faz em silêncio e na base da conversa ao pé do ouvido, sussurrando. E foi agindo assim que o Grupo Aliança Cataguases - GAC, que atualmente comanda o PSB tirou da UTI o PP em Cataguases. Numa manobra tranquila, sem que ninguém percebesse e com uma mãozinha de deputados amigos, conseguiu formar uma Comissão Provisória que ficou assim constituída: Edson Antônio de Campos Hessel (Presidente); Gilberto Batista Neves (Vice-Presidente), Joel Antônio da Silva (Secretário) e Márcio Luiz Fernandes Brito (Tesoureiro).
De volta ao jogo político o PP deverá fazer dobradinha com o PSB e apoiar os candidatos a prefeito pré-lançados no PSB, o atual diretor do Polivalente, Sérgio Almeida e o bancário Pedro da Caixa. Cada coligação poderá lançar trinta candidatos a vereador.

Parabéns ao GAC; Nei disse...

PSB e PP juntos / JORGE disse...
PSB tem tres pré-candidatos a PREFEITO em Cataguases, são eles Sérgio Santos de Almeida Diretor do polivalente, Pedro da Caixa e Iliseu de Paula Rocha um grande político.

Com o apoio dos Dep.Renzo e Braulio Braz dos empresários Marco Antônio vt, Guilherme Lemos da GM2 e Enio Murilo da Indústrial.

Mâs o melhor e o apoio do GRANDE Jornal do PATACHOCA.

Que bom em Senhor Nei. disse...

Nei disse...
Sai quatro e entra quatro no GAC!Sai Mendonça, Robson Campos, Alfredo Loureiro e Gomes.
Entra Sérgio Almeida do Polivalente, Pedrinho da Caixa, Iliseu de Paula Rocha ex; vereador e Jorge Bolinha também xe; vereador.

Paulo disse...

Será PT/PSB e PP juntos, tomara que sim.

Buldogue disse...

Ao Deputado e atual Secretário de Estado de Minas Gerais, Bráulio Braz, meus parabéns por mais esta honraria.
Este título demonstra que a população da nossa Capital está antenada e reconhece o valor do cidadão, empresário e político atuante que acredita, investe e, realmente, se preocupa com o nosso Estado e País!
Tenho certeza que Cataguases também se despertará num futuro próximo.
Mais uma vez, meus parabéns Bráulio Braz, continue assim, sempre atuante.

LEIA AQUI O JORNAL disse...

O JORNAL PATACHOCA AJUDA MESMO.
É PRECISO QUE SEJA UM CANDIDATO COM A BOA ADMINISTRAÇÃO DO MARCO ANTONIO. QUEM ENTENDE O GOMES?
QUANDO OS NOVOS DONOS DA RADIO MANDOU O GOMES IR EMBORA PRA CONTER DESPESAS, O GOMES FOI EM DUAS RADIOS E METEU O PAU NO PREEITO E NA FORÇA E LUZ ALEGANDO QUE ELES ERAM CULPADOS. O GOMES ATE DISSE NAS DUAS RADIOS QUE POR ISTO IRIA CANDIDATAR A PREFEITO PARA VINGAR DO PREFEITO. HOJE DIZEM QUE O GOMES VAI CANDIDATAR A VEREADOR NO PARTIDON DO TECO APOIANDO O PREFEITO. HOMEM QUE SE VENDE BARATTO, NÃO VALE O PREÇO POR QUE FOI COMPRADO.
ISTO É UMA VERGONHA....

LEIA O JORNAL PATACHOCA disse...

ESTE CONTRATO DA COPASA PODE SER ANULADO.
QUANDO O SEU NOME ESTA NO SPC OU NO SERASA, NEM BANCOS E NEM PREFEITURA PODE NEGOCIAR COM VOCE.
O NOME DA COPASA ESTA NO SERASA POR VARIAS FIRMAS QUE ELA NÃO PAGOU E TEM COBRANÇA ATÉ DE 30 REAIS.
COMO A PREFEITURA E OS BANCOS PODE NEGOCIAR COM QUE ESTA NO SERASA.
A NOTA ESTA DADA, MAIS O PEQUENO TEM MEDO DE MEXER PORQUE TEM PEIXE GRANDE NISTO AI. UMA VERGONHA NENHUM CANDIDATO A PREFEITO OU VEREADOR COMPRAR ESTA BRIGA EM FAVOR DO POVO. DEPOIS VÃO PROMETEREM MUNDOS E FUNDOS NOS PALANQUES. A HORA É ESTA E ESTE CONTRATO ME PARESSE SER INLEGAL DEVIDO A COPASA ESTA NO SERASA.
SERA QUE ELA PAGA DIREITO OS ANUNCIOS DE RADIOS E JORNAIS?
EU ACHO QUE QUEM ESTA OM O NOME NO SERASA É CALOTEIRO.

Parabéns para SUPRA TRANSPORTADORA. disse...

Pequena empresa trava queda de braço contra mineradora em Minas Serviços paralisados e 117 desempregados levam pequena empresa do município a travar batalha com mineradora

Marta Vieira - Estado de Minas

Publicação: 13/10/2011 06:35 Atualização: 13/10/2011 07:23

(Poliana Silveira Silva/Esp.EM - 15/03/2006)
Abalada pelo fim de um contrato comercial em que apostou todas as suas fichas para crescer e se firmar no ramo do transporte de carga, a pequena empresa Arpus Comércio Importação e Exportação, razão social da transportadora Supra GV Veículos e Peças, trava na Justiça mineira uma luta de Davi contra o gigante Golias, ao acionar a antiga e única cliente desde 2006, a Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do grupo Votorantim. Durante os últimos cinco anos, até fevereiro passado, a Supra transportava diariamente o minério retirado da reserva da CBA que fica em Itamarati de Minas, na Zona da Mata mineira, até o terminal de embarque ferroviário da mineradora na vizinha Cataguases.

O que parecia ser um caminho próspero de negócios acabou em paralisação das atividades da prestadora de serviços e no desemprego de 117 pessoas no início do ano, quando a Supra havia se transformado na maior empregadora do município de apenas 5,2 mil habitantes depois da folha de pessoal bancada pela prefeitura. Do rompimento das relações comerciais, restaram à pequena empresa de transportes dívidas de investimentos feitos em equipamentos e na frota de caminhões, além de encargos trabalhistas a acertar em 130 reclamações apresentadas à Justiça do Trabalho. As contas se misturam à cópia do processo judicial que o dono da Supra, José Braz Júnior, consulta ansioso para colocar em dia a vida da empresa.

“A CBA não cumpriu os compromissos assumidos conosco referentes aos volumes de minério previstos no contrato para o transporte e à manutenção das estradas. Tentamos negociar por diversas vezes, mas não fomos ouvidos”, afirma o empresário. A mineradora contesta o antigo prestador de serviços, em nota encaminhada ao Estado de Minas. “Apesar do longo relacionamento sem qualquer problema anterior, após seu encerramento a Supra trouxe novas reivindicações, as quais estão sendo dirimidas na esfera judicial. A despeito desse fato, a CBA esclarece que todas as suas obrigações financeiras estão em dia, sem ônus social para a região”, diz a nota.

Remexendo os documentos no escritório de Belo Horizonte, Braz Júnior afirma que a CBA acordou o transporte de 200 mil toneladas mensais de bauxita, minério de alumínio, e outros 70 mil do minério processado, fluxo que levou a empresa a investir na frota e em pessoal especializado, mas o transporte ficou sistematicamente abaixo da demanda acertada. Ao longo dos últimos seis anos, segundo o dono da Supra, foram investidos R$ 10 milhões em 40 equipamentos, entre caminhões, pás carregadeiras, carretas e veículos.

SUPRA disse...

A transportadora conviveu, ainda, segundo relato de Braz Júnior, com custos altos de manutenção e retífica da frota, em decorrência da falta de manutenção adequada das estradas dentro e fora da mina, serviço que cabia à CBA. Parte das dívidas acumuladas pela Supra está em parcelas mensais de R$ 250 mil decorrentes dos empréstimos contratados junto à linha Finame, de financiamento de maquinário, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para que assegurasse a estrutura de atendimento à mineradora. O empresário afirma que as relações comerciais acabaram encerradas depois de a prestadora de serviços ter insistido numa solução para o descumprimento do contrato.

Em abril passado, o juiz de Direito substituto Edson Geraldo Ladeira acatou o pedido de antecipação de tutela feito pela Supra e determinou que a CBA restabelecesse o contrato até o término do prazo ajustado de 36 meses (até abril 2013), sob pena de multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento, mas a liminar foi cassada pela juíza Cristina Bini Lasmar, em recurso apresentado pela mineradora. O advogado da Supra, Jason Soares de Albergaria Neto, recorreu da decisão. Ele requer perícia judicial para definir o tamanho do prejuízo da empresa. “Entendemos que há excesso de poder econômico de uma empresa em relação a outra. Se não houvesse essa diferença, com certeza o contrato teria sido cumprido”, defende.

SUPRA disse...

A transportadora conviveu, ainda, segundo relato de Braz Júnior, com custos altos de manutenção e retífica da frota, em decorrência da falta de manutenção adequada das estradas dentro e fora da mina, serviço que cabia à CBA. Parte das dívidas acumuladas pela Supra está em parcelas mensais de R$ 250 mil decorrentes dos empréstimos contratados junto à linha Finame, de financiamento de maquinário, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para que assegurasse a estrutura de atendimento à mineradora. O empresário afirma que as relações comerciais acabaram encerradas depois de a prestadora de serviços ter insistido numa solução para o descumprimento do contrato.

Em abril passado, o juiz de Direito substituto Edson Geraldo Ladeira acatou o pedido de antecipação de tutela feito pela Supra e determinou que a CBA restabelecesse o contrato até o término do prazo ajustado de 36 meses (até abril 2013), sob pena de multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento, mas a liminar foi cassada pela juíza Cristina Bini Lasmar, em recurso apresentado pela mineradora. O advogado da Supra, Jason Soares de Albergaria Neto, recorreu da decisão. Ele requer perícia judicial para definir o tamanho do prejuízo da empresa. “Entendemos que há excesso de poder econômico de uma empresa em relação a outra. Se não houvesse essa diferença, com certeza o contrato teria sido cumprido”, defende.

SUPRA disse...

Problema reincidente
A paralisação das atividades da Supra gerou protestos dos trabalhadores da empresa e preocupação com o impacto das demissões em Itamarati de Minas. A maioria dos caminhoneiros demitidos já retornou ao trabalho em firmas da região e o comércio local superou dificuldades com inadimplência, segundo lojistas e ex-empregados que preferem não entrar na polêmica. A transportadora Supra, entretanto, não foi a primeira prestadora de serviços a reclamar de um relacionamento desgastante com a CBA no município. Braz Júnior, da Supra, criou como desabafo o site www.denunciamineracoesdeminas.com.br.

Antecessor da Supra na prestação do serviço de transporte à mineradora, Marco Antônio Cadete de Souza, dono da Transportes VT, alega ter acumulado um prejuízo próximo de R$ 2 milhões, ao término de um contrato que durou 10 anos e meio com a CBA, mas decidiu não recorrer à Justiça. O empresário afirma que os problemas começaram a partir do quinto ano de vigência do contrato, quando a empresa passou a dificultar a correção dos preços pagos pelo serviço e descuidou da manutenção das estradas.

“Não houve uma relação de parceria. Era como se a companhia arbitrasse um leilão de preços, praticando os valores que desejasse”, afirma Marco Antônio Cadete. O empresário conta que foi obrigado a vender equipamentos para pagar dívidas que se acumularam em decorrência da defasagem da remuneração paga pela companhia e cortou a folha de pessoal. No ramo do transporte desde o início dos anos 1990, a VT atende hoje outras indústrias e o comércio da região de Cataguazes. A CBA não se pronunciou sobre o relato de Marco Antônio Cadete Souza.

O prefeito de Itamarati de Minas, Herivelton Furtado, evita se envolver no desentendimento entre a CBA e as duas transportadoras, argumentando que a empresa é fonte importante de sustentação do município, mantendo 80 empregos diretos e outros 300 indiretos nos serviços de reflorestamento e recuperação de solo, entre outras atividades. Furtado está trabalhando no projeto de criar uma cooperativa de caminhoneiros para atender não só a CBA como também outras empresas da região, o que ele considera ser a melhor alternativa.