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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

A bebida mata mais do que o cigarro

Washington Magalhães


A matéria que cuida da questão da bebida para os condutores de veículos chega a ser tão ingênua que nem parece que são juristas e legisladores que a produzem. É muito respeito para quem, além de não se respeitar, não respeita os outros. Tá certo que ninguém pode fazer prova contra si mesmo. Tá certo que temos que respeitar esses direitos. Mas não está certo um condutor de veículos encher a cara e sair por aí fazendo bobagens no trânsito e matando aqueles que se comportam dentro dos limites civilizados da boa convivência humana.

 Quando a gente ouve falar de um terrorista fundamentalista que enrosca o corpo com bombas, invade locais de inimigos e se explode, matando dezenas, centenas de pessoas, ficamos estupefatos. Uma barbaridade desumana. E quando um cidadão que aparentemente não quer morrer, pega a sua mulher, seus filhos, amigos e outros parentes, põe no carro e sai por aí embriagado correndo riscos e colocando motoristas que vêm em sentido contrário, que não beberam e estão dentro da lei? Quem é mais estúpido? Pelo menos o terrorista é movido a ideologia. Fanatismo ou não, não vem ao caso analisar aqui, agora.

O que a gente está cansada de ver são condutores de veículos, após um acidente, sairem cambaleantes, visivelmente bêbados, embriagados, de porre, doidões ou qualquer outra qualificação e a polícia não poder fazer nada. Há de haver uma solução para tais casos. Ou a justiça é tão incompetente? É igual a lei que proíbe menores de 18 anos ingerirem bebidas alcoólicas. Me engana que eu gosto.

A bebida mata muito mais que o cigarro. Por que não se exige a colocação de imagens de acidentes, doentes do fígado, mutilados vítimas de batidas de carros, e A matéria que cuida da questão da bebida para os condutores de veículos chega a ser tão ingênua que nem parece que são juristas e legisladores que a produzem. É muito respeito para quem, além de não se respeitar, não respeita os outros. Ta certo que ninguém pode fazer prova contra si mesmo. Tá certo que temos que respeitar esses direitos. Mas não está certo um condutor de veículos encher a cara e sair por aí fazendo bobagens no trânsito e matando aqueles que se comportam dentro dos limites civilizados da boa convivência humana. Quando a gente ouve falar de um terrorista fundamentalista que enrosca o corpo com bombas, invade locais de inimigos e se explode, matando dezenas, centenas de pessoas, ficamos estupefatos. Uma barbaridade desumana. E quando um cidadão que aparentemente não quer morrer, pega a sua mulher, seus filhos, amigos e outros parentes, põe no carro e sai por aí embriagado correndo riscos e colocando motoristas que vêm em sentido contrário, que não beberam e estão dentro da lei? Quem é mais estúpido? Pelo menos o terrorista é movido a ideologia. Fanatismo ou não, não vem ao caso analisar aqui, agora.O que a gente está cansado de ver são condutores de veículos, após um acidente, sairem cambaleantes, visivelmente bêbados, embriagados, de porre, doidões ou qualquer outra qualificação e a polícia não poder fazer nada. Há de haver uma solução para tais casos. Ou a justiça é tão incompetente? É igual a lei que proíbe menores de 18 anos ingerirem bebidas alcoólicas. Me engana que eu gosto. A bebida mata muito mais que o cigarro. Por que não se exige a colocação de imagens de acidentes, doentes do fígado, mutilados vítimas de batidas de carros, e muito mais, em garrafas de bebidas. Só nos maços de cigarros? Todo mundo sabe da força da indústria da bebida. Vide pressão da FIFA sobre o Governo Brasileiro para a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa do Mundo.Comparem as estatísticas de mortes e mutilações entre a bebida e o tabaco. Mostrem os resultados. O fumante mata a si mesmo (uma pena) enquanto o bêbado mata a si mesmo e outros mais. E acaba ficando um monte de gente habilitada discutindo o sexo dos anjos e sem encontrar uma solução para casos tão simples. Tá bêbado, não pode dirigir. E pronto. O Brasil saiu das carroças, como dizia o Collor, e entrou na era dos carros possantes. Mas nada mudou em termos de estradas. São, na maioria dos casos, as mesmas de 50 anos atrás. A legislação também ficou estacionada num canto da democracia. Talvez porque quem tem carro é mais rico do que os pedestres. Mas agora não. Como diz aquele jornalista de Santa Catarina: hoje qualquer um tem carro. O cara nunca leu um luivro mas já tem um carro. Cairam de pau no cara. Mas, até certo ponto ele tem suas razões. São muitos carros circulando por aí pilotados por semialfabetizados que não têm a menor condição de dirigir nada. Muitos financiamentos, com carros acessíveis a qualquer trabalhador. Não temos ruas e nem  estradas. Não temos legislação e nem fiscalização. Nem cadeia nós temos. Então, vamos encher a cara e sair matando por aí. Não vai dar nada mesmo. muito mais, em garrafas de bebidas. Só nos maços de cigarros? Todo mundo sabe da força da indústria da bebida. Vide pressão da FIFA sobre o Governo Brasileiro para a liberação de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa do Mundo.

Comparem as estatísticas de mortes e mutilações entre a bebida e o tabaco. Mostrem os resultados. O fumante mata a si mesmo (uma pena) enquanto o bêbado mata a si mesmo e outros mais. E acaba ficando um monte de gente habilitada discutindo o sexo dos anjos e sem encontrar uma solução para casos tão simples. Tá bêbado, não pode dirigir. E pronto.

 O Brasil saiu das carroças, como dizia o Collor, e entrou na era dos carros possantes. Mas nada mudou em termos de estradas. São, na maioria dos casos, as mesmas de 50 anos atrás. A legislação também ficou estacionada num canto da democracia. Talvez porque quem tem carro é mais rico do que os pedestres. Mas agora não. Como diz aquele jornalista de Santa Catarina: hoje qualquer um tem carro. O cara nunca leu um livro mas já tem um carro. Cairam de pau no cara. Mas, até certo ponto ele tem suas razões. São muitos carros circulando por aí pilotados por semialfabetizados que não têm a menor condição de dirigir nada. Muitos financiamentos, com carros acessíveis a qualquer trabalhador. Não temos ruas e nem estradas. Não temos legislação e nem fiscalização. Nem cadeia nós temos.

 Vamos encher a cara e sair matando por aí. Não vai dar nada mesmo.

3 comentários:

A bebida mata mais do que o cigarro, a burrisse também! disse...

CATAGUASES CIDADE DOS BUTIQUIM E DAS IGREJAS EVANGELICAS, QUE DESENVOLVIMENTO E ESSE?

Maurício da Costa Navarro disse...

Gostei muito do programa do Gomes hoje. Estavam presentes o Washington Magalhães, Alfredo Loureiro e Dr. Silvério.
O programa foi bem dinâmico e de alto nível. Parabéns ao Gomes e aos participantes.

FIM disse...

Alfredo Loureiro está com Dr Tarcísio Henriques PMDB; Gomes mais fm com Prefeito Willian PSDB e Teco PHS; Washington Magalhães com Marcos Spidola PDT; Dr Silvério não sei com quem está mâs deve estar com Dr Tarcísio, uma política de alto nível mesmo para Cataguases.